Sou como o pássaro mitológico. Carrego muito peso, entro em combustão, chego a morrer e renasço das cinzas espantosamente... Pode parecer prepotência, vaidade, falta de modéstia ou humildade. Mas ao me comparar com tão forte e aguerrida ave, falo a mim mesma que é possível, até quando parece utópico, é possível! Pensei que dessa vez não iria suportar a pressão! Sinceramente achei que era o fim. Mas consegui acalmar os doentes e as doenças, dar colo e alimento aos filhos, encaminhar os alunos, ir ao céu e ao inferno e até deixar o sonho jogado no sofá da sala. Mas, como sem o sonho, não há o que realizar, agora o retomo... Sei que o que escrevo pode parecer fora de contexto. Mas aqui mesmo nesse curso, nessa universidade, aprendi que ver, ouvir e entender o contexto no qual o aluno está inserido é vital para que o professor consiga estabelecer uma relação em que haja interlocução e entendimento. Eis aqui um relato metafórico do meu com-texto atual. E escrevo aqui essa realidade para que eu mesma posso decifrá-la, entendê-la, desmembrá-la e modificá-la na velocidade necessária à realização da sonho, no tempo possível à completude da caminhada.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Interdisciplinar! Impressionante!
Impressionante mesmo! Não sei como nem porque só agora resolvi falar desse assunto.
É claro que sei que as interdisciplinas são organizadas por eixos e esses têm núcleos comuns.
Talvez porque a Inter de Didática esteja nos "cutucando" com seus textos, ou porque eu esteja mais engajada
nesse do que em outros semestres... Sei lá!
O fato é que notei a intersecção entre os assuntos tratados nesse eixo. Já tinha observado essa relação
estabelecida nos outros eixos, mas a meu ver, essa é bem maior do que a dos demais.
Consigo linkar com tanta naturalidade o que leio em uma interdisciplina com o material de outra, que chego a me confudir, às vezes,
sobre pra qual estou lendo determinado texto. Aí, me dou conta que não leio pra elas e sim pra mim mesma.
Hoje, retomando as leituras de EJA e Didática, observei esse "fenômeno" com muita clareza e
pude ver na prática como funciona um trabalho interdisciplinar.
Os questionamentos sobre o trabalho dos professores e a função da escola, as relações de poder e entre os modelos de
produção e os educacionais são retomadas sob um outro olhar e oputro enfoque,
de forma sublinhar, no texto da EJA.
Incrível como um texto me ajudou a entender e qualificar a leitura do outro de maneira recíproca e singular.
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MARCIA RYSDYK
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sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Criação de grupo no rooda
Hoje tive que criar um grupo de trabalho no rooda. Quando abri meu e-mail e li a solicitação da tutora, pensei: Lá vem elas com mais coisas complicadas e diferentes pra gente fazer! Mas me enganei! Fui pro rooda e, mesmo sem ter todas as informações e instruções sobre como será o grupo consegui fazê-lo, usando informações hipotéticas, inicialmente. Mas ele está criado e pode ser editado. O aprendizado inicial era a criação e isso eu fiz, sem maiores dificuldades. Agora é editá-lo de acordo com a solicitação da professora e das tutoras que tudo estará bem, eu espero. Senão, penso que posso excluir esse e criar outro. Se consegui uma vez, conseguirei novamente, não é?
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MARCIA RYSDYK
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Um novo tempo
Hoje consegui ler três textos e um PPt das interdisciplinas desse novo semestre letivo na Universidade. Texto simples, de linguagem clara como O menininho, por exemplo, proposto pela interdisciplina de Didática, que me emocionou muito, pela forma inteligente com que a autora usou a metáfora, quase poética, pra mostrar o poder que temos, enquanto professoras(es) de aprisionar ou libertar uma vida.
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MARCIA RYSDYK
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domingo, 23 de agosto de 2009
Formatura Eja - Emoção!
Hoje trago com satisfação a minha alegria e emoção...
Ser professor nos proporciona momentos singulares...
No final de julho desse ano, mais uma turma da etapa 4 concluia sua trajetória na Escola. Agora, eles iriam trilhar novos caminhos... E estavam prontos pra isso: confiantes, seguros, felizes, orgulhosos, ansiosos. E eu, sendo a profe dessa galera, compartilhava com eles esses mesmos sentimentos. Não era só a sensação do dever cumprido. Era emoção pura! Parecia que eu estava me formando! Ma spenso que a cada vitória de um aluino nosso, soma-se uma vitória nossa também, porque somos parte dos seus sonhos e ajudamos ne realização dos mesmos. Nossa escola não tem as séries finais do Ensino Fundamental, por isso os alunos que concluem a etapa 4, saem da escola evão estudar em uma escola próxima, a fim de concluir o o "1° Grau" termo usado por eles pra nomear a modalidade na qual estão matriculados.
Na EJA, não ensinamos apenas conteúdos... Há sempre um trabalho muito especial a ser feito: mostrar aos alunos que são capazes, que o que os diferencia das crianças, enquanto alunos, é a idade e os compromissos cotidianos. Mas a capacidade de aprender está presente em cada um. Que eles só têm que acreditar nisso. Que sonhar é preciso e realizar os sonhos é perfeitamente possível, independente da nossa idade.
Fiz um vídeo com as imagens da formatura, que agora está disponivel na internet (há um link no cantinho "Meus Espaços no Web") para que todos possam ver o que sentimos quando realizamos um grande sonho.
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MARCIA RYSDYK
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domingo, agosto 23, 2009
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