Estamos iniciando uma nova etapa no curso.
É hora de por em prática o que aprendemos durante os seis semestres anteriores. Estou bastante ansiosa com o que vem pela frente.
Quero fazer meu estágio numa turma de alfabetização em uma escola do bairro Lomba do Pinheiro em Porto Alegre. Estou apenas aguardando a confirmação da Secretaria de Educação do Município para efetivar o trabalho.
Escolhi essa turma, por se tratar de um ano ciclo com o qual tenho mais intimidade, afinal tenho trabalhado com classes de alfabetização de crianças desde que comecei no magistério. O desafio está em trabalhar numa escola ciclada.
A escola possui um grupo que trabalha junto, que dá suporte a quem chega novo e inexperiente como eu, proporciona momentos de reflexão e planejamento individuais e em grupo.
A supervisão pedagógica está sempre atenta ao nosso trabalho, além de nos ouvir e dar suporte emocional quando estamos sensíveis, sejam por problemas pessoais ou profissionais. Esse é o grande diferencial.
É por isso que escolhi a EMEF Saint Hilaire.
Minha turma é uma paixão. São 28 pequenos, com idade entre 7 e 10 anos, apenas uma menina está repetindo o ano ciclo e quase todas são oriundos da mesma turma de 2009.
Pode ser melhor?
Outros detalhes eu conto no pbwork do estágio, quando a SMED me conceder a permissão para estagiar no Saint Hilaire.
domingo, 21 de março de 2010
Uma nova etapa
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MARCIA RYSDYK
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domingo, março 21, 2010
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Marcadores: SI VIII
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
É preciso provar que houve aprendizagem, senão não vale!
Meus progressos não são suficientes para avançar na Academia Federal. Porque preciso estar presente, aprender não é o mais importante!
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MARCIA RYSDYK
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terça-feira, fevereiro 09, 2010
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
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segunda-feira, janeiro 25, 2010
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Marcadores: Linguagem
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Arquiteturas Pedagógicas
Mesmo depois de ler os textos e estudar sobre PA's e outras arquiteturas pedagógicas, ainda me sinto insegura acerca do assunto. Tivemos como proposta de trabalho a elaboração de PA's, mas confesso que não houve de minha parte a dedicação necessária nessas atividades. Talvez por isso ainda encontre dificuldades em entender o funcionamento dessa arquitetura.
Como não tinha acesso à internet antes de 2005, não tenho condições de estabelecer comparações entre a web "antiga" e essa denominada 2.0. Mas consigo compreender que a atual, com nova denominação tem além de um novo nome, uma mudança relevante nos seus propósitos e formas de acesso, que agora, são mais simples e fáceis, dispensando a necessidade de conhecimentos técnicos sofisticados para acessá-la. Ela se apresenta muito mais como ambiente de convivência, colaboração, cooperação entre os usuários que buscam conhecer e aprender mais sobre algum assunto.
Lendo os textos entendi que as arquiteturas são estruturas de aprendizagem nas quais utilizamos diversos componentes e onde o tempo e o espaço pedagógicos são variáveis e têm uma outra concepção, moldados de acordo com as necessidades e possibilidades de quem aprende, diferente do ensino tradicional em que o espaço é restrito à sala-de-aula e o tempo é pré determinado pelo professor. O papel do professor nas arquiteturas é de mediador da aprendizagem. "A ação dos professores tem como exigência a pesquisa, o registro e a sistematização ao planejar e avaliar as experiências de aprendizagem para seus alunos."
Uma preocupação que tenho em relação às arquiteturas é como viabilizar um trabalho como esse nas escolas nas quais trabalhamos e nas comunidades nas quais nossos alunos estão inseridos? O acesso à internet é muito restrito, ainda. E se as arquiteturas pressupõe o uso da web, como fazer?
O trabalho com PA's me parece interessantíssimo, mas há uma estrada longa a caminhar para que se concretize essa ideia de fato nas escolas públicas. Nós educadores precisamos despir as roupas velhas e acreditar nessa proposta. Mas será que estamos realmente prontos?
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MARCIA RYSDYK
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segunda-feira, janeiro 11, 2010
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Marcadores: Sem Int VII
O leitor
Assisti o filme O Leitor hoje. Vários aspectos chamaram minha atenção. A maneira como Hanna escondia o fato de ser analfabeta e o seu amor pela literatura, que a fazia solicitar que as pessoas lessem pra ela. Sua vergonha pela sua condição era tão grande que desistiu de uma promoção no emprego e assumiu a culpa pela morte de 300 judeus num acampamento nazista pra não ter que se declarar analfabeta. Impressionante é pensar que ainda hoje observamos comportamentos como esse, talvez não tão extremos, mas igualmente dolorosos. Emocionante ver como ela aprende a ler e escrever com a ajuda das histórias gravadas, acompanhando a narração das mesmas nos livros. Hanna descobriu um jeito próprio de se alfabetizar. Fiquei pensando na força social que tem o preconceito e do valor social que tem a alfabetização e o letramento. Também me reportei para minha turma de EJA, aos alunos que buscam o aprendizado da Língua Materna, à importância do nosso trabalho e entendi porque muitos desistem, evadem, levados por uma força interna que supera a própria vontade de aprender a ler e escrever. Maior ainda é minha responsabilidade a partir de agora.
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MARCIA RYSDYK
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segunda-feira, janeiro 11, 2010
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Marcadores: Linguagem
domingo, 10 de janeiro de 2010
Uma língua antiga, uma nova aprendizagem
Mesmo sendo um código antigo e conhecido por muitos, a LIBRAS e sua importância para as pessoas surdas tangia a minha realidade pessoal e profissional. Talvez isso se deva por eu nunca ter convivido de perto com essa deficiência. Na verdade nunca havia sentido necessidade de saber a LIBRAS.
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MARCIA RYSDYK
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Marcadores: Libras
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
FENIX
Sou como o pássaro mitológico. Carrego muito peso, entro em combustão, chego a morrer e renasço das cinzas espantosamente... Pode parecer prepotência, vaidade, falta de modéstia ou humildade. Mas ao me comparar com tão forte e aguerrida ave, falo a mim mesma que é possível, até quando parece utópico, é possível! Pensei que dessa vez não iria suportar a pressão! Sinceramente achei que era o fim. Mas consegui acalmar os doentes e as doenças, dar colo e alimento aos filhos, encaminhar os alunos, ir ao céu e ao inferno e até deixar o sonho jogado no sofá da sala. Mas, como sem o sonho, não há o que realizar, agora o retomo... Sei que o que escrevo pode parecer fora de contexto. Mas aqui mesmo nesse curso, nessa universidade, aprendi que ver, ouvir e entender o contexto no qual o aluno está inserido é vital para que o professor consiga estabelecer uma relação em que haja interlocução e entendimento. Eis aqui um relato metafórico do meu com-texto atual. E escrevo aqui essa realidade para que eu mesma posso decifrá-la, entendê-la, desmembrá-la e modificá-la na velocidade necessária à realização da sonho, no tempo possível à completude da caminhada.
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quarta-feira, novembro 04, 2009
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Um começo de atrapalhação?
Realmente temos muito o que fazer! Estou um pouco desorganizada... Sorte que tutoras e profes estão tendo a sensibilidade de nos dar prazos mais estendidos para realização das tarefas. Continuo com dificuldades em relação aos PA'S e aos filmes que tenho que ver... Mas vou conseguir dar conta de tudo. Foi um pequeno deslize em função do cansaço da carga de trabalho (todos os sábados com aula para recuperar o recesso da gripe) e da grande quantidade de leituras que estamos tendo que fazer. Mas como já disso, não vitória sem luta, nem aprendizagem sem dificuldade e conflito. Vou vencer mais esse!
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Interdisciplinar! Impressionante!
Impressionante mesmo! Não sei como nem porque só agora resolvi falar desse assunto.
É claro que sei que as interdisciplinas são organizadas por eixos e esses têm núcleos comuns.
Talvez porque a Inter de Didática esteja nos "cutucando" com seus textos, ou porque eu esteja mais engajada
nesse do que em outros semestres... Sei lá!
O fato é que notei a intersecção entre os assuntos tratados nesse eixo. Já tinha observado essa relação
estabelecida nos outros eixos, mas a meu ver, essa é bem maior do que a dos demais.
Consigo linkar com tanta naturalidade o que leio em uma interdisciplina com o material de outra, que chego a me confudir, às vezes,
sobre pra qual estou lendo determinado texto. Aí, me dou conta que não leio pra elas e sim pra mim mesma.
Hoje, retomando as leituras de EJA e Didática, observei esse "fenômeno" com muita clareza e
pude ver na prática como funciona um trabalho interdisciplinar.
Os questionamentos sobre o trabalho dos professores e a função da escola, as relações de poder e entre os modelos de
produção e os educacionais são retomadas sob um outro olhar e oputro enfoque,
de forma sublinhar, no texto da EJA.
Incrível como um texto me ajudou a entender e qualificar a leitura do outro de maneira recíproca e singular.
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MARCIA RYSDYK
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segunda-feira, setembro 28, 2009
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Planejar é muito importante!
Hoje postei algumas atividades no rooda, entre elas as da interdisciplina de didática. Primeiro quero deixar registrado o prazer de realizar tarefas aparentemente simples, baseadas em textos curtos e objetivos, mas que me obrigaram a repensar minha prática. É a prova de que não precisamos de longos e cansativos textos para aprender e refletir sobre a nossa prática. Bem, encantou-me descobrir que na Idade Média um professor já se preocupava com aspectos importantes da educação que até hoje são discutidos, como levar em conta o conhecimento e a participação do aluno no processo ensino aprendizagem, ou tornar as aulas mais prazerosas, ou a necessidade de existir uma boa relação entre professores e alunos, entre outras... Penso que após tantos séculos de discussão e reflexão sobre isso deveríamos ter avançado mais e essas questões não deveriam estar na pauta das nossas discussões, enquanto instituição de ensino, já eram pra ter sido aprendidas... Como podemos esperar mudança de comportamento dos nossas alunos a partir do que aprendem na escola se não somos capazes nós mesmos de por em prática o que pregamos ou estudamos? Num segundo momento, li o texto que trata do planejamento escolar e me dei conta de que faltam itens importantes no meu planejamento docente. Itens esses que precisam estar impressos, como objetivos, justificativa e avaliação do trabalho feito por mim e pelos alunos. Registrar por escrito esses itens ou fazer um planejamento por completo pode ser a única forma de qualificar meu trabalho e viabilizar uma aprendizagem mais eficaz e efetiva aos meus alunos. Algo dentro de mim se mexeu...
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MARCIA RYSDYK
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segunda-feira, setembro 07, 2009
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Marcadores: Didática